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Windsurf-Trip à Ilha da Boa Vista

13 a 20 de Fevereiro 2011

Dia 13 de Fevereiro – Viagem

Era bem cedo, ainda de noite em Portugal, quando chegamos ao Aeroporto de Lisboa para fazer o check-in no voo da White com destino à ilha da Boavista, em Cabo Verde.

De facto o número de pessoas no grupo e termos dois sacos com 60 kg de equipamento de windsurf para levar era motivo mais que suficiente para termos que ser os primeiros a despachar a bagagem no avião.

Eram 12h30, hora local em Cabo Verde e estamos a sobrevoar a ilha em que o avião faz a aproximação à pista passando mesmo sobre a praia de Chaves, quando vislumbramos cerca de 2 dezenas de velas de windsurf e mais algumas asas de kite a velejar em condições de vento e ondas fantásticas.

Era de facto uma visão deslumbrante vista do ar e que entusiasmou o grupo a despachar-se o mais rápido possível na esperança de ainda podermos aproveitar o dia da viagem.

Chegados ao hotel fez-se o check-in, colocaram-nos as malas nos respectivos quartos e alguns foram almoçar.

 

 

Eu o António, o David e o João, que tínhamos levado o nosso material de windsurf, fomos para a praia preparar o equipamento.

Ao chegarmos deparamo-nos com mar grande, ondas com 4 metros. Eu ainda entrei e velejei 2 horas até ter destruído a Alpha 5.4.

Dia 14 de Fevereiro – Reconhecimento e primeiro dia de windsurfada

Na noite anterior, durante o jantar, tínhamos combinado encontrar no Clube Surf Vista às 9h00 em frente do hotel para fazermos o reconhecimento do spot, conversar com o Thomas (responsável pelo clube) de forma a termos informações detalhadas para o windsurf da praia de Chaves e saber os preços de aluguer e arrumação de equipamento.

Assim foi, depois de termos combinado tudo com o Thomas fomos todos prepararmo-nos para velejar nas 3 modalidades possíveis (ondas, freeride ou slalom e iniciação).

 

 

De facto a praia de Chaves tem uma característica especial;

·         Em frente ao clube o spot tem condições de ondas espectaculares cuja altura varia entre os 5 metros no máximo e 1 metro no mínimo. Com o mar muito grande pode-se entrar 200 metros a norte em que a ondulação é nula e aí podemos velejar ainda mais para norte e surfar uma direita gigante e fácil, que parte de forma lenta e gradual. O vento, esse é side-off da direita, o que faz com que a água tenha pouca mareta proporcionando uma onda mais perfeita e linear.

·         Para o Freeride e para o Slalom existe a 200 metros a norte do Clube uma entrada fabulosa e fácil em que as ondas não quebram, talvez devido a um barco antigo afundado que não deixa o swell rebentar nesse local. A partir daí o plano de água é bastante liso, tudo isso devido à direcção do vento side-off.

·         Em frente ao spot de freeride e slalom existe uma lagoa que é óptima para quem ainda não tem muita experiência e pode assim aproveitar também as condições de vento da Ilha.

 

 

Dias 15 a 19 e Fevereiro – entrada na rotina

Nos restantes dias a rotina era a seguinte:

·         De manhã e após o pequeno-almoço íamos para o clube onde levantávamos o equipamento para velejar;

·         Por volta das 13h00 íamos almoçar no hotel e regressávamos para a dura tarefa de velejarmos novamente até às 17h00 (hora em que o clube encerrava);

·         De volta ao hotel ficávamos no bar da piscina a apreciar a óptima temperatura e a ver o pôr-do-sol acompanhados por uns belos cocktails;

·         Depois jantar e a partir daí íamos explorar as diferentes actividades nocturnas proporcionadas pelo hotel e também pela vila de Sal Rei.

 

 

Dia 20 de Fevereiro – viagem de regresso

Está na hora da despedida. O Check-out tinha que ser feito até às 11h00 e a partir daí embarcamos no transfer que nos levou de volta ao aeroporto.

No final do dia anterior já tínhamos embalado as nossas pranchas e velas para que de manhã tudo fosse mais célere e fácil.

Já no aeroporto a facilidade com que o handling local tratou do check-in do nosso equipamento leva-nos a concluir que realmente quem está subdesenvolvido são os nossos serviços.

O levar uma simples garrafa de água para o avião que em Portugal é proibido, no aeroporto da Boavista resolve-se o assunto de uma forma bem mais simples e barata bastando apenas abrir a garrafa e dar um golo na mesma em frente à segurança, a fim desta se certificar que o que levamos é mesmo água. Simples não é?

 

 

O local é tão bom que para o ano haverá mais, dessa vez duas semanas em que irei aproveitar, também, as férias de Carnaval para que quem tem os miúdos na escola também possa ir.

A todos os que foram nesta viagem quero agradecer a vossa participação.

Quando organizo estas viagens, faço-as, a pensar na qualidade de windsurf que possamos apanhar no destino, escolhendo-o em função da época própria para a modalidade.

Claro que por vezes o tempo não está pelos ajustes, mas este ano esteve de tal forma que atingimos o pleno.

Até para o ano Boavista…

Bons ventos,

Elisiário Carvalho

 

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Clicar na imagem para ver o vídeo


Boavista praia de Chaves Freeride 14-02-2011

A 200 metros de um execelênte spot de ondas eis que temos outro execelênte spot de slalon e freeride...


Windsurf-Trip Boavista praia de Chaves 14-02-2011

No segundo dia da viagem realizada pela escola de windsurf elisiario.com, as condições eram de sonho,...


Praia de Chaves 15-02-2011 Freeride

Mais um vídeo com muita luz e com a frota Portuguesa a dar cor às águas da Ilha da Boavista


Boavista praia de Chaves Waveride 16-02-2011

Com uma previsão de sweel fraco existem sempre boas ondas. É assim que estão as condições habituais do spot.


Boavista praia de Chaves Waveride 19-02-2011

No último dia da viagem, já com ondas menores o João e o David aproveitaram bem mesmo até ao fim.


Entrevista com João Peres

Aqui o João Peres deixa falar o coração e demonstra o quanto gostou de estar nesta ilha.


Entrevista com o David Yan

Fica aqui o testemunho do David feita no último dia de windsurf na Boavista.


Entrevista com o Nuno

Perto do fim da windsurftrip o Nuno conta-nos um pouco da sua experiência nesta viagem.